Azure Databricks e OneLake agora conversam nos dois sentidos
Federação de catálogo virou GA e o armazenamento nativo de Delta tables no OneLake entrou em beta, pela primeira vez a via de mão dupla entre Databricks e Fabric é oficial.
Federação de catálogo virou GA e o armazenamento nativo de Delta tables no OneLake entrou em beta, pela primeira vez a via de mão dupla entre Databricks e Fabric é oficial.
CustomerLake traz Profile Agents e Campaign Agents pra dentro do Lakehouse, e isso é a Databricks competindo direto com plataformas de dados de cliente estabelecidas.
A combinação Lakebase + branching de banco resolve um problema bem específico: como debugar um agente em produção sem tocar nos dados reais.
Perguntar sobre dado do Lakehouse sem sair do Teams parece um detalhe de UX, mas muda quem realmente usa Genie no dia a dia.
Ingestão estruturada, metadados de arquivo e schema evolution chegaram ao conector de SharePoint, ele deixou de ser um caso de uso de nicho pra virar ingestão de verdade.
Auto-aprovação tira o prompt de confirmação a cada ação do Genie Code, mas quem decide o que é ‘arriscado’ é um classificador de IA, não uma barreira de segurança.
O Add-in do Excel para Azure Databricks deixou de ser só leitura, agora escreve de volta em uma tabela do Unity Catalog, sem sair da planilha.
Lakebase Change Data Feed (ex-Lakehouse Sync) usa uma extensão de WAL do Postgres pra replicar toda escrita direto pra tabelas Delta no Unity Catalog, sem tocar na aplicação.
Um experimento comparando modelo base e modelo de reasoning em três níveis de complexidade nas Foundation Model APIs do Databricks mostrou que reasoning só compensa em tarefa de lógica multi-etapa, não em classificação ambígua.
Conectores baseados em query atingiram disponibilidade geral: ingestão incremental via cursor, sem CDC nem gateway, pra Oracle, SQL Server, MySQL, MariaDB, Teradata e PostgreSQL.