Lakebase chega ao Azure com branch de banco pra debugar agente do GitHub Copilot
A combinação Lakebase + branching de banco resolve um problema bem específico: como debugar um agente em produção sem tocar nos dados reais.
A combinação Lakebase + branching de banco resolve um problema bem específico: como debugar um agente em produção sem tocar nos dados reais.
Perguntar sobre dado do Lakehouse sem sair do Teams parece um detalhe de UX, mas muda quem realmente usa Genie no dia a dia.
Ingestão estruturada, metadados de arquivo e schema evolution chegaram ao conector de SharePoint, ele deixou de ser um caso de uso de nicho pra virar ingestão de verdade.
Auto-aprovação tira o prompt de confirmação a cada ação do Genie Code, mas quem decide o que é ‘arriscado’ é um classificador de IA, não uma barreira de segurança.
O Add-in do Excel para Azure Databricks deixou de ser só leitura, agora escreve de volta em uma tabela do Unity Catalog, sem sair da planilha.
Conectores baseados em query atingiram disponibilidade geral: ingestão incremental via cursor, sem CDC nem gateway, pra Oracle, SQL Server, MySQL, MariaDB, Teradata e PostgreSQL.
AI Runtime traz suporte a GPU pro serverless em preview público, pra tarefas single-node, a promessa é treinar sem gerenciar cluster, mas ainda com pé atrás no treinamento distribuído.
Lakeflow consolida Connect, Spark Declarative Pipelines e Jobs numa única superfície de engenharia de dados dentro do Azure Databricks, substituindo a combinação típica de ferramenta de ingestão, orquestrador externo e scripts de transformação por um único plano de controle governado pelo Unity Catalog.